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sábado, 18 de outubro de 2014

                                                        Minicontos

                                                                     Madalena
                                                                                          Almir Barbosa
Acabara de chegar. Descia do carro. Recebera o dinheiro e arrumava a blusa, a saia, o batom. Voltou ao calçadão. Outro carro se aproxima. Novo jogo. Nova agonia.  Mais uma saída. Alma chora, o corpo geme, mas a necessidade obriga...

                                                                    Sirena
                                                                                          Almir Barbosa
Adorava cantar. Na escola, na festa do bairro, na boate. Ele a viu . Amou-a. Levou-a para casa. Prendeu-a. À boate não ia mais. Shows, não aparecia mais. A voz embargou. Acenou. Ela respondeu. Encantou-lhe. Carro ligado. Roupa arrumada. Partiu. Encantou mais um...

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sinceramente


Sinceramente precisamos aprender a conviver
A ser e a tolerar o diferente.
Sinceramente devemos aceitar o outro como ele é.
Respeitar os valores estabelecidos sem, contudo sermos retrógrados.
Sinceramente dizer que a verdade é múltipla e  que o  pensar do
Outro é errado não tem espaço nos nossos dias.
Entretanto a intrigante pergunta ecoa: Quem defende o ponto de vista do outro
e nega o seu?
Sinceramente? Cada um defende a sua ideologia.
Por isso, sinceramente digo; minha verdade é absurda na relatividade dos nossos dias.
Minha verdade é Jesus Cristo: o caminho, a verdade e a vida!

quarta-feira, 25 de julho de 2012


Direito à Educação ou Educar os que Prescrevem os Direitos
                                                                                        Almir Barbosa
A relação legalidade-realidade com relação ao direito à educação se contrapõe quando à luz dos fatos expostos pela realidade brasileira é analisada. O autor Carlos Heitor Cury, no artigo “Um Campo de Atuação do Gestor Educacional na Escola”, ao expor os documentos oficiais,quais sejam,Constituição Federal, LDB,Declaração Mundial Sobre Educação para Todos e ECA, aponta a legalidade do direito à educação,garantido como um bem alcançável,palpável e extensivo a todos. Tais direitos expressos respaldam a necessidade do poder público de oferecer uma educação gratuita,qualitativa e que resolva os problemas da desigualdade social,porém,na prática, tudo é mera utopia, visto que o maior problema da desigualdade social não se encontra na escola. Esta, reflete o que os governantes e a elite dominante faz na própria sociedade,negar os direitos e impor uma carga desumana de aprisionamento e clausura social. Isto é,desvio de verbas destinadas à educação,saúde precária,brechas na lei para se eximir de maiores investimentos, desvalorização do profissional da educação,precariedade das unidades escolares,jogo político sujo e corruptor ,em que o ser humano é apenas mero número.
Gestão democrática que em alguns municípios do país não acontece por não servir aos interesses do poder Executivo Municipal, e quando acontece, tem-se a presença sorrateira de políticos para se angariar votos do gestor nas eleições subsequentes. Não deixando a própria comunidade escolher seus representantes. Projeto Político pedagógico que atende às necessidades da Secretaria da Educação,pois deseja tal documento com pressa.
Aproximar a comunidade escolar da própria escola é outra desafio,visto que por décadas,os pais,funcionários,alunos e até professores sempre estiveram na plateia assistindo o “diretor” mandar na escola. A parte financeira da escola com a gestão democrática é um grande desafio para o novo gestor ,pois é algo novo e pode dar cadeia, caso não se saiba gerenciar os recursos legalmente. Tudo caminha a passos lentos,porém com uma luz no fim do túnel, e isso já é um bom sinal.
A Educação como Direito se contrapõe a corrupção galopante da sociedade,onde pessoas que deveriam dar exemplo de cumprimento dos deveres são os primeiros a desvincular-se da leis prescritas. Oh! Grande desafio para o docente e o gestor educacional no século xxi: educar não apenas os alunos,mas os próprios administradores ou líderes que supostamente nos indicam os caminhos da educação.
Finalmente conclui-se que se o que se prescreve na lei for de fato cumprido,haverá mudança. Não algo mágico que mude a história da desigualdade social ,que é histórica e interessante à elite dominante,mas de forma gradual e com compromisso de todos.
                                                                        

sexta-feira, 20 de julho de 2012

DIREITO À EDUCAÇÃO NO BRASIL

Autor Almir Barbosa

Sempre haverá na sociedade brasileira e internacional a necessidade de se lutar por direitos humanos. Ainda que leis e decretos possibilitem oportunidades e investimentos nas área da educação, sempre haverá lacunas a serem preenchidas,quer seja por crescimento populacional,deficiência dos serviços ou corrupção dos responsáveis.
Sabe-se que as ações nacionais são movidas por outras internacionais,pois nunca um investimento em educação no país,está desvinculado dos movimentos e inquietações globais por melhores condições para uma educação de qualidade.

O Pacto Internacional de Direitos Econômicos,Sociais e Culturais como instrumento legal de cunho internacional fomenta e instiga a todos os povos a oferecer a todo cidadão o direito a educação. Tal documento respalda que não somente aqueles que tem melhores condições de vida devem usufruir de uma educação de qualidade, como também a queles que não tiveram em idade escolar a oportunidade de usufruir de tal benefício por motivos de trabalho, péssimas condições de vida.
A partir de um documento de cunho internacional, qual seja o citado acima, o direito à educação também foi corroborado pela lei maior do nosso país,isto é, a Constituição Federal que preza a educação como direitos de todos de forma irrevogável,inegável e de responsabilidade do poder público,sendo este o proporcionador de uma educação qualitativa e extensiva,qual seja,que seja garantida a todos os cidadãos brasileiros em idade escolar. Sendo um direito do cidadão caberia ao governo federal,estadual e municipal outorgar tais privilégios ao brasileiro. Tal outorga não se restringe a uma mera existência de uma unidade escolar ou de uma universidade,isto também requer investimento e profissionalização e melhores salários dos docentes,bem como infraestrutura. Nesse contexto a 9394/96, a nova LDB, veio fortalecer tal obrigatoriedade do ensino e do direito à educação: divulgar a cultura nacional e gerar novos produtores de saber ou de conhecimento, até mesmo instigando empresários a ofertar educação nas escolas particulares.
Diante dos documentos supracitados poder-se-ia concluir : dessa forma ,tudo caminhará a passos largos e o analfabetismo e evasão escolar não mais serão debatidas. Lerdo engano. Com o crescimento populacional e a insuficiência da educação ofertada, bem como a precariedade do ensino, baixos salários pagos aos docentes e a corrupção dos políticos responsáveis em gerir recursos educacionais, veio à tona uma realidade:crescimento do analfabetismo ,evasão escolar e precariedade do ensino. Diante de uma situação como essa o efeito sanador tornou-se o seguinte:o aumento dos anos do Fundamental para nove anos , antecipando a idade escolar, maiores investimentos na educação, implementação de programas como PDE, PDDE em que as próprias escolas seria auto-gestoras e em consonância com a gestão democrática das unidades escolares e universidades. Somado a tudo isso houve maiores investimentos na Educação Básica, Eja e tele-ensino, bem como o cuidado com a educação especial ,àqueles que antes eram excluídos.
Embora o direito à educação tem avançado bastante exemplos no Nordeste demonstram que a falta de equidade na distribuição dos recursos bem como a qualidade do que se oferta ainda reflete algo: temos muito que avançar para que os direitos sejam de fato garantidos.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Estou refletindo pra poder postar,estou no Brasil,"pois não vim do Canadá"!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

INGLÊS

> Língua Estrangeira: Inglês no Brasil
É preciso ir além do ensino para inglês ver o
Essencial num mundo globalizado, um bom ensino de Língua Estrangeira na rede pública requer foco na formação dos professores

Rodrigo Ratier (rodrigo.ratier@abril.com.br)

Durante muito tempo, vigorou na sociedade a noção de que "pobre não precisa estudar outro idiomas porque nunca irá para o exterior". De forma um pouco mais velada, essa perspectiva respingou até mesmo nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), que defendem a aquisição das habilidades de leitura como foco da disciplina. O Inglês - Língua Estrangeira mais ensinada nas séries finais do Ensino Fundamental - tornou-se, assim, uma espécie de patinho feio do currículo. As décadas de descaso cobram seu preço nos rankings de proficiência em inglês. Em um dos mais recentes, organizado pela rede de ensino de idiomas Education First, o Brasil aparece em 31º lugar, entre 44 nações.

Aceitar esse tipo de concepção é comprar uma visão estreita do ensino de idiomas: a ideia de que se aprende uma língua apenas por sua utilidade, quando ela possibilita muito mais - ampliar horizontes, mergulhar numa nova cultura e refletir sobre a própria identidade. O argumento elitista se derrete num cenário em que as possibilidades de comunicação com o mundo colocam a oralidade e a escrita no mesmo grau de importância da leitura. Esse novo contexto, entretanto, parece muito distante da realidade das escolas brasileiras, onde temos falhado em oferecer até o mínimo essencial. Parte do problema repousa na falta de profissionais qualificados. De acordo com um levantamento do Conselho Nacional de Educação (CNE), há o déficit de 47,6 mil professores da disciplina nas séries finais do Ensino Fundamental. E, dos que estão nas salas, menos de um terço tem formação específica (leia o gráfico na página 30).

O drama aumenta quando se percebe que mesmo os formalmente habilitados são, muitas vezes, despreparados. O livro Inglês em Escolas Públicas Funciona? traz depoimentos impressionantes sobre o tema. "Ao assumir uma turma de língua inglesa em uma escola estadual, meus alunos me contaram que haviam aprendido a contar até dez e que a professora anterior dissera que iria aprender a contar até 20 para, depois, ensinar a eles", relata Vera Lúcia de Menezes de Oliveira e Paiva, docente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Também formadora de professores, Adelaide Pereira de Oliveira, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), relembra o tempo em que cursava Letras, quando a maioria de seus colegas não falava inglês e saía da universidade sabendo quase nada. "Hoje, como docente, ainda vejo a mesma coisa acontecer", afirma.

31º lugar
É a posição que o Brasil ocupa numa lista de 44 países em relação à proficiência em língua inglesa
Fonte Estudo Índice de Proficiência em Inglês da Rede Education First
Revistaescolaabril.com.br

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A CRIAÇÃO POÉTICA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEXTO POÉTICO

A CRIAÇÃO POÉTICA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEXTO POÉTICO


Marcel Franco, Belém (PA) • 10/5/2009 •

Marcel Franco (Letras/UEPA)

1. POEMA VERSUS POESIA

É bom destacar a diferença entre poema e poesia. Apesar de serem tratadas por muitos como sinônimos, o uso dos dois termos entre os estudiosos apresenta diferenças, a saber:

1.1 Poesia: Caráter do que emociona, toca a sensibilidade. Sugerir emoções por meio de uma linguagem. (FERREIRA, 1993)

1.2 Poema: Obra em verso em que há poesia.

Se o poema é um objeto empírico e se a poesia é uma substância imaterial, é que o primeiro tem uma existência concreta e a segunda não. Ou seja: o poema, depois de criado, existe per si, em si mesmo, ao alcance de qualquer leitor, mas a poesia só existe em outro ser: primariamente, naqueles onde ela se encrava e se manifesta de modo originário, oferecendo-se à percepção objetiva de qualquer indivíduo; secundariamente, no espírito do indivíduo que a capta desses seres e tenta (ou não) objetivá-la num poema; terciariamente, no próprio poema resultante desse trabalho objetivador do indivíduo-poeta. (LYRA, 1986)

O poema destaca-se imediatamente pelo modo como se dispõe na página. Cada verso tem um ritmo específico e ocupa uma linha. O conjunto de versos forma uma estrofe e a rima pode surgir no interior dessa estrofe. A organização do poema em versos pode ser considerada o traço distintivo mais claro entre o poema e a prosa (que é escrita em linhas contínuas, ininterruptas).

No Cruz e Sousa das obras iniciais, há esse poema, considerado um marco do Simbolismo no Brasil, no qual o autor se vale das figuras de linguagens (aliteração, sinestesia), que revela, então o uso da poesia, tão eloqüente no quarteto:

Vozes veladas, veludosas vozes,
volúpias dos violões, vozes veladas,
vagam nos velhos vórtices velozes
dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

2. TIPOS DE POEMAS

Os poetas têm escrito poemas de vários tipos. Dois deles, entretanto, são considerados os principais: o poema lírico e o poema narrativo. Alguns críticos e ensaístas acrescentam, como um terceiro tipo, o poema dramático.

2.1 Poema lírico: É geralmente curto. Muitos carregam grande musicalidade: ritmo e rima às vezes os fazem parecer canções. No poema lírico o autor expressa sua reação pessoal ante as coisas que vê, ouve, pensa e sente. Alguns teóricos incluem nesse tipo de poesia o poema satírico. Para conhecer os vários tipos de poesia lírica, veja BALADA; CANÇÃO; ELEGIA; HINO; IDÍLIO; ODE; SONETO.

2.2 Poema narrativo: Conta uma história e geralmente é mais extenso que os outros. O poeta apresenta os ambientes, os personagens e os acontecimentos e lhes dá uma significação. Um exemplo de poema narrativo é Os Lusíadas, de Luís de Camões. As epopéias e as baladas estão entre os principais tipos de poesia narrativa. Costumamos pensar que as fábulas são trabalhos em prosa, mas muitas delas foram escritas originariamente como poemas narrativos. Para maiores informações sobre essas formas poéticas, veja: BALADA; EPOPÉIA; FÁBULA.

2.3 Poema dramático: Assemelha-se ao poema narrativo porque também conta uma história e é relativamente longo. Mas, no poema dramático, essa história é contada através das falas dos personagens. As peças de teatro escritas em verso constituem forma de poesia dramática. Em sentido amplo, também pode ser considerado um exemplo o "Caso do Vestido", de Carlos Drumonnd de Andrade. Através de uma suposta conversa entre mãe e filhas, o leitor acompanha uma história de amor e traição e tem os elementos para reconstituir o caráter e os sentimentos dos personagens principais.

3. AS TRÊS GRANDES VERTENTES DA CRIAÇÃO POÉTICA

Deve-se ter em mente é que o aspecto fundamental da criação poética está relacionado à antologia de toda obra literária, que é uma obra de arte assentada na representação de uma realidade, seja de natureza interior ou exterior. Entretanto, a forma com é feita essa representação ou o próprio ato criativo tem sido teorizado sob enfoques diferentes e que podem ser alinhadas em três grandes vertentes:

3.1 Teoria Mimética: da Antiguidade até a 1ª metade do século XVIII;
3.2 Teoria Expressiva: da 2ª metade do século XVIII até o século XIX;
3.3 Teoria Intelectualista: do século XIX ao século XX.

TEORIA MIMÉTICA: “Um espelho para a natureza”

Para Platão a palavra “mimesis” e as múltiplas gradações de sentido configuram, no livro X da “República”, como um ato de divertimento em que se reproduz a aparência e não a verdade profunda dos seres e das coisas. Para ele o pintor, o escultor e o poeta estão afastados de 3 degraus da verdade e qualquer um deles é o terceiro poietes, pos:

1º: Deus: que cria a ideia
2º: Artífice: que fabrica um objeto segundo essa ideia
3º: Artista: que representa esse objeto ----------→; poietes

Segundo Aristóteles, em “Poética”, na gênese da poética, encontra-se a tendência da imitação, fato congênita nos homens. Para ele, arte é mimeses, no entanto, cada arte dispõe, para imitar, de meios, objetos e maneiras que lhe são peculiares.

TEORIA EXPRESSIVA: “Revelação do interior do poeta”

A partir da segunda metade do século 18 a teoria mimética entra em declínio, quando é negado o caráter imitativo de todas as artes. Isso se deve ao Lord Henry James na obra “Elements of Cristicis” (1762) que subdividiu as artes em imitativas por naturezas (pintura e escultura), não imitativas (música e arquitetura) e de condição híbrida (poesia, quando a linguagem poética imita som e movimento, como o teatro).

Nesse momento literário, eleva-se a personalidade do artista no ato criador e, com isso, a atenção desloca-se do objeto (obra de arte) para o sujeito que cria (poeta). O ideário poético deixa de se constituir na imitação da natureza para transforma-se na expressão dos sentimentos, dos desejos, das aspirações do poeta.

Na teoria expressiva o poema deixa de ser reflexo do real objetivo para tornar-se uma revelação da interioridade do poeta, isto é, não é mais um espelho da natureza, mas uma segunda natureza.

É nesse período de “Sturn und Drang” (“tempestade e ímpeto”) que se revela o poeta possesso, inspirado, vidente, aquele que conhece o lado oculto das coisas e dos seres, que desposa o mistério, penetra no absoluto e reinventa a realidade e o ato criador defini-se pela sua liberdade e pela sua rebeldia perante os modelos da realidade diante da qual o escritor é soberano.

TEORIA INTELECTUALISTA: “O reflexo da inteligência e fruto do trabalho”

O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir
Que é dor
A dor que deveras sente

O fingimento poético de Fernando Pessoa, que se contrapõe ao confessionalismo dos românticos e, em suma, é a essência da teoria intelectualista, que almeja explicar o ato criador. Nesse momento o poeta recusa o que pode degradar a consciência, dizendo que “O entusiasmo não é um estado da alma do escritor [...] Escrever deve se construir, a mais sólida e exatamente que se possa, essa máquina de linguagem.”

Carlos Drummond, João Cabral, Andre Gide, T. S. Eliot exprimem esta poética da lucidez e do difícil rigor em muitos dos seus poemas, por meio da concepção intelectualista do ato criador. Notadamente, o poeta deste período, nominado, então, de artífice, é um arquiteto do poema e sua inspiração é movida muito pela objetividade, pelos problemas sociais, existenciais do homem e do meio em que vive.

4. REFERÊNCIAS

AUERBACH, Eric. Mimeses. São Paulo: Perspectiva, 1976

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.

LYRA, Pedro. Conceito de Poesia. São Paulo: Ática, 1986.

SILVA, Vitor Manuel Aguiar e. Teoria Literária. 2. Ed. Coimbra: Almedina, 1968

WILLEMART, Philippe. Universo da Criação Literária. São Paulo: Edusp, 1999

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* Palestra ministrada pelo escritor paraense e acadêmico de Letras (UEPA), Marcel Franco, durante a Semana do Calouro da UEPA / 2009, no dia 10.02.2008, na sala 01, do Castelinho (CCSE/UEPA)

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