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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Eterna aprendizagem(Almir Barbosa)

Meu anelo constante é a busca do impossível,pois a impossibilidade nos faz ser batalhador,lutador mesmo.Quando se recebe algo com muita facilidade, a tendência é sermos pródigos. O que vem fácil, fácil vai. Persistir no sonho impossível nos permite voar além do infinito, em busca de melhores visões. Isso nos amadurece.A maturidade teima em se afastar de alguém que arroga pra si idoneidade. Sou neófito eternamente, pois quero aprender e apreender o máximo possível da vida.O que é vida? Minha escola favorita, pois tem sempre algo a me ensinar. Quem sou eu? Alguém dentro de um universo complexo e hermético, porém persisto,insisto e teimo em viver buscando, pois quero me aperfeiçoar a cada dia .

domingo, 15 de agosto de 2010

COMEMORAÇÕES DO MÊS

O ano de 2010 tem nos outorgado bênçãos sem medida louvo ao Senhor Jesus por várias comemorações e alegria na minha família.

Aniversário de minha esposa Josimeire.

Aniversário de minha querida sogra Iracy e do meu filho Jônatas.

Aniversário de meu filho Jônatas.
Aniversário de minha esposa Josimeire.
Grandes coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres.
O núcleo da Faculdade de Filosofia e Teologia (FAFITEAL) na Igreja Evangélica Assembléia de em Jatiúca está se consolidando. Fundado em 17 de abril desse ano pelo Pastor Antônio Jorge Moreira e o Presbítero Almir Barbosa com o objetivo de formar novos professores de Escola Bíblica com uma formação teológica básica.



O coordenador e professor Pb Almir Barbosa com os Alunos do núcleo em aula de fundamentos de Teologia


Aula de fundamentos de Teologia ministrada pelo Pb Almir.

O coordenador do Núcleo Pb Almir Barbosa avisa a todos os interessados em aprender bases teológicas que as inscrições estão abertas.
Basta se dirigir ao seguinte endereço Avenida Dr. Júlio Marques Luz,1261,Jatiúca.
Fone 331713 76/32028197
email teojesus@bol.com.br

sábado, 14 de agosto de 2010

A VIDA DE UMA VIDA (Almir Barbosa)



O que é a vida senão um pedaço de terra cercada por um oásis florido e bem regado de vaidades.Paulatinamente se percebe que o oásis é palpável,porém, ilusório,concreto,entretanto,inatingível.
Quem sou eu no deserto dos meus pensamentos diante de um paraíso abundante e rico que é o viver?
Vivo na angústia da necessidaDe de alcançar o tão bem regado oásis.
O que é o oásis? os sonhos frustados, a eterna busca,a insaciável sede da alma.
Viver é padecer no eterno anelo da completude.
Em meio a tudo isso, surge um ser que diz:"Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crer em mim, ainda que esteja morto, viverá."
Descubro que o meu viver,era mera morte,e descubro que o oásis dos anseios não são os reais propósitos da alma.
Agora vivo,pois Jesus Cristo, a real vida, vive em mim.
Tu vives em busca do oásis? Desiste, busca a vida que saciará os anelos e substituirá o oásis da felicidade terrena. Cristo quer ser tua vida.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

OVELHA CORDEIRO E BODE

TEXTO BASE ISAIAS 53.2-9
Quando o profeta Isaias previu o sofrimento,a entrega e a obra expiatória de nosso Senhor Jesus Cristo,ele nos revela dois tipos de animais ,um para representar O Messias, o Cristo, e outro para representar os salvos. Para aquele,o Cristo, ele usou como animais simbólicos o cordeiro e a ovelha, Is 53.7. Por que será? Simples: a ovelha é mansa, submissa,pacífica,não abre a boca diante da maior adversidade.Igualmente o cordeiro,mesmo levado ao matadouro,oprimido, se mantém na postura como tal. Qual foi a consequência de Cristo adotar tal atitude? Não negar a sua real função aqui na terra:morrer e ressuscitar para nos salvar.Na natureza, não adianta ser o que não é, no tempo certo tudo se revela,e no caso do Messias,sua real humildade e abnegação,Fp 2.5-8.
Nós,os salvos, somos mencionados como ovelhas, porém seguindo nosso próprio caminho,Is 53.6. É interessante que mesmo desgarradas, as ovelhas são consideradas como ovelhas, não são chamadas por outro nome.No sermão profético de Mateus 25.31-46, Cristo diferencia as ovelhas dos bodes,sendo estes, símbolo de pessoas insubmissas,resistentes,hipócritas e blasfemas.Nesse sentido compreendo que há na igreja,ovelhas , mas há também os bodes ou joios. Como identificá-los? Simples, a ovelha aceita, obedece, opina com reverência, respeita os princípios bíblicos e reconhece a graça de Deus na vida de quem está em eminência.
Cristo foi condenado pelos bodes judaicos ,mas as verdadeiras ovelhas ouviram sua voz, se converteram e deram fruto para glória de Deus. Com isso, as profecias messiânicas de Isaias foram cumpridas no tempo e no espaço.
Você é submisso às profecias bíblicas? Então és ovelha ,se resistes és bode?
Pb Almir Barbosa
teojesus@bol.com.br

segunda-feira, 26 de julho de 2010

SENTIDO AMPLO PARA PAIXÃO

Paixão
A paixão é uma vivência afetiva fantástica e devastadora, para entendê-la melhor e podermos tentar explica-la deveríamos primeiro compreender sua etimologia.

A palavra paixão originalmente designava o modo como a alma ou a psique é afetada de fora, ou seja, como ela é passiva diante das impressões que recebe. Passivo e paixão vêm do grego Pathos, mesma palavra que de onde se derivaram os verbetes patológico e paciente que nos remetem atualmente a idéia de doença.

Para os gregos da escola filosófica do ex-escravo Epicteto (50-138 d.c.), seguidores do Estoicismo, todas as doenças tinham em sua base a frustração de uma expectativa motivada por uma paixão. Daí a idéia negativa que se tem do termo “escravo da paixão”.

Realmente podemos nos tornar escravos ou loucos, como os ditos das expressões populares (“louco de amor”, “louco por você”). O vínculo entre o amor e a loucura sugeridos por essas expressões pode ter um fundamento neurobiológico se aproximando do Transtorno Obsessivo (quando os pensamentos persistem incessantemente em direção a um único objeto ou tema).

Em estudos recentes as concentrações de substâncias que refletem o funcionamento cerebral são alteradas da mesma forma nos amantes e nas pessoas que sofrem de transtornos obsessivos. “Amar como um louco”, portanto, não seria mera figura de linguagem.

Na Universidade de Pisa (Itália, 1999), foi testada a hipótese de que do amor a obsessão e ao delírio haveria apenas a um passo medindo a concentração do transportador de serotonina (proteína presente no sangue e cérebro que regula a concentração desse neurotransmissor que influencia o humor e o comportamento).

Três grupos de pessoas foram testadas “normais”, ‘apaixonados a pouco tempo” e os “obsessivos”. Constatou-se que o transportador de serotonina variou de forma igual nos apaixonados e nos pacientes com Transtorno Obsessivo.

Outro achado revelador foi o das imagens cerebrais realizados pelo PET (tomografia por emissão de pósitrons capaz de medir quais áreas cerebrais estão consumindo mais oxigênio e glicose, portanto mais ativas) que evidenciou que tanto nas pessoas com o Transtorno Obsessivo quanto nos apaixonados (quando esses pensavam na pessoa amada) uma área denominada Núcleo Caudado estava hiperativada.

Ainda utilizando o PET mostrou-se que sensações amorosas parecem desativar diversas regiões cerebrais responsáveis por emoções negativas – por exemplo, áreas do lobo frontal direito e partes da amigdala, ativadas em caso de medo, tristeza e agressões (portanto o amor nos torna mais corajosos e dóceis, infelizmente encontramos dificuldades para prescrevê-lo, pois não podemos manipulá-lo em nenhuma farmácia).

A diferença entre ambos (Transtorno Obsessivo e Delírio) consiste no “grau de certeza” de quem o experimenta: no obsessivo predomina a dúvida e a introspecção (a pessoa tem a crítica preservada em relação a situação e as idéias obsessivas que emanam de sua mente, mas não pode controlá-las); nos delírios prevalece a certeza (a pessoa paranóica está convicta de que alguém a quer mal por exemplo) e a perturbação das capacidades de introspecção(a pessoa está convicta de que tem razão e que os outros é que estão errados).

A paixão evolui entre a obsessão e o delírio, pois o apaixonado está convicto do valor do ser amado e de seu sentimento, mas sabe que essa idéia é um produto de seu psiquismo.

Sabemos que o amor apaixonado também proporciona felicidade e intensas satisfações, ao passo que o Transtorno Obsessivo é um sofrimento. A fronteira entre ambos é que com o passar do tempo a paixão sofre modificações e a serotonina deixa de ser seu principal neurotransmissor dando lugar a dopamina (que é o neurotransmissor do prazer).

Isso foi verificado nos indivíduos “recém apaixonados” do teste após um ano, quando consumaram sua conquista (acabando com o “platonismo” realizando o ato sexual). Em outras palavras a paixão obsessiva da fase inicial da conquista pode se transformar no prazer duradouro e estável do amor.

Por outro lado quando as dúvidas obsessivas não cessam e a desconfiança chega num ponto psicótico delirante (como nos casos de delírio de ciúmes – também chamado de celomático) a díade pode vivenciar por muito tempo um estado de penúria e grande miséria afetiva.

A maior intensidade dos sentimentos amorosos parte de emoções negativas como medo e estresse. Pesquisas confirmam que pais que quiseram evitar relacionamentos românticos dos filhos acabaram por alcançar o contrário.

Como retratado por Sheakespeare no famoso Romeu e Julieta (onde no passado dois jovens românticos-rebeldes desafiam as leis sociais vigentes morrendo como prova de amor). O que ilustra bem a paixão romântica de primeira safra onde havia apenas um amor-paixão único pela vida toda, não dava para se apaixonar ou amar duas vezes. O amor de verdade geralmente não dava certo, e a pessoa morria.

Hoje o que ocorre é aquilo que a mídia veicula como modelo, ou seja, lutos muito curtos para cada fim de caso e partamos depressa para outra história. O amor não é mais trágico, ele não mata mais. Mas, quantas pessoas conseguem isso? Para cada estrela de TV que quando termina um namoro e logo engata outro, quantas pessoas comuns sofrem um luto que se torna indizível (porque ninguém agüenta ouvir ou falar dele) e não correspondem ao ideal de vida sempre intensa, sempre apaixonado?

A questão é que isso funciona para muito poucos, de modo geral apenas para aqueles que aceitam viver as coisas só na superfície, na aparência.

Por isso o amor romântico de hoje se tornou um mito, de algo que move as pessoas sem ser verdadeiro, tornando-se banal sem um impacto da paixão que nos faz enfrentar todos os obstáculos. Com essa mídia da paixão acabamos bastante despreparados para entender nossos próprios sentimentos, nossa forma de agir e sentir.

A paixão de hoje é mercadoria de consumo. Não tem mais a ver com o destino, com os riscos, com o enfrentamento. E por isso o fim do amor romântico é uma pena. Pode ser o final da disposição para desafiar os poderes.


Vítor Giacomini Flosi
Psiquiatra, Acupunturista, Psicoterapeuta, Mestre em Ciências da Saúde Pela Faculdade de Medicina de SJ Rio Preto (FAMERP)

domingo, 25 de julho de 2010

NÃO AO MISTICISMO

LIÇÃO 4
TEXTO BASE Dt 13. 1-5;18. 10-12

Hà a tendência de se ignorar a Bíblia e se buscar soluções nas práticas místicas que, embora com roupagem nova, têm sua origem no passado.Deus sempre proibiu isso na Bíblia ,pois sua origem é o proprio diabo,ou seja, toda prática ocultista tem como fundamento o afastamento de Deus e a aproximação do diabo.

Para identificar uma manifestação sobrenatural é preciso saber não apenas os seus frutos,pois há muitas vezes atitudes boas para se enganar,uma análise acurada do conteúdo teológico do milagreiro,nos dará uma visão mais ampla do teor de sua operação.
As práticas divinatórias condenadas por Deus diz respeito ao advinhador,agoureiro,feiticeiro,necromante e mágico, percebe-se isso em Dt 18.10.11,assim como o bruxo e a bruxaria.

Se de fato o ser humano quer se comunicar com Deus, ele pode receber respostas de Deus, não em terreiro de macumba ou em práticas ocultista,pois Deus se revela através de sua palavra, de profecia ,sonhos,revelações,pois pode usar um servo seu consagrado e separado do pecado, com um dos nove dons do Espírito Santo e comunicar a sua vontade para aquela pessoa ,sem precisar usar um vaso cheio de pecado e afastado dos seus ensinamentos.